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Home Discussões Logística Inversa - Reversa

Logística Inversa - Reversa

 

Atualmente a sustentabilidade é uma preocupação de empresas, governo e população, englobando podemos citar: os aterros sobrecarregados, as matérias-primas não renováveis e a conscientização ambiental, como também políticas ambientais. Depois de 20 anos para ser votada a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010, finalmente foi aprovada e tem como “alma” a Logística Reversa, segundo o engenheiro e professor Paulo Roberto Leite, fundador e presidente do Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB), “A logística reversa é a alma da Política Nacional de Resíduos Sólidos; ela corresponde a praticamente 80% da regulamentação e é, sem dúvida, a parte mais importante e mais complicada de toda a Política”.

A PNRS definiu o prazo até 2014 para ser implantada a logística reversa, assim como a reciclagem e reutilização de resíduos sólidos, e também o fim dos lixões. Como sendo o alicerce desta lei, a Logística Reversa inicialmente terá o recolhimento de resíduos e embalagens de agrotóxicos; pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; e produtos eletroeletrônicos e seus componentes. Os envolvidos na cadeia produtiva, que não cumprirem, serão punidos. As penalidades vão da cobrança de multa até o processo com base na Lei de Crimes Ambientais.

A Logística Inversa, mais conhecida como Logística Reversa ou Logística Verde, no final da década de 80 já era aplicada como exemplo, vasilhames retornáveis. Sendo definida como sendo o fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem. (Dias, 2005, p. 205). O que se percebe é uma formalização de um processo que já era feito há alguns anos.

 

Referências:

DIAS, João Carlos Quaresma - Logística Global E Macrologística. Lisboa: Edições Sílabo, 2005.

 


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